sábado, 20 de setembro de 2008

Velocidade Terminal


Um.
Qual será o peso de uma alma?
Segue-me! Deixamos o corpo lá fora e unidos pelo sentimento caminhamos em direcção ao eterno azul.
É capaz de ser o céu.
Ou, então uma alma quase morta sem uma direcção nas mãos.

Não sei quantas almas tenho,
Mas vou estar sempre aqui.

Dois.
Dói-me a alma!
Toca-me no silêncio e abraça-me a uma velocidade terminal,
Porque aqui morrerei.

Entre a paz e a esperança de te ter,
Hei de voltar.

7 comentários:

Marta disse...

Volta sempre para o que te faz bem :)

Beijinho

© Piedade Araújo Sol disse...

muito bom.

um grito de esperança.

fica um beij

Sílvio Mendes disse...

«Se eu não morresse nunca!
E eternamente buscasse e conseguisse a perfeição das cousas»
Cesário Verde

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Brilhante texto, meu bom irmão. Muito muito muito brilhante. Enternecido.

Sandra disse...

Estou participando. Lhe convido para vim conferir. Interação de amigos te espera.http//sandrarandrade7.blogspot.com.
Ficarei honrada com a sua presença.
Nossos abismos, somente nós poderemos enfrentá-los.
Gostei muito do seu texto.
Carinhosamente,
Sandra

Catsone disse...

Very nice.

Olga disse...

Muito bonito, cheio de emoção e vida. Acho que só temos uma alma mas é grandeeeeee. Beijinhos. Gostei muito.

Lala disse...

Grito abismal... de esperança!

Muito, muito bonito.

Beijinhos**